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Publicado em 8 Ago, 2026

Conhece o impacto das cataratas oculares? Saiba o que são, como as prevenir e que tratamento existe

Veja neste artigo a informação essencial sobre cataratas oculares. Saiba o que são as cataratas, o que as causa, qual o seu impacto e como tratar as cataratas.

As cataratas são uma das causas mais comuns de perda de visão relacionada com a idade. Em Portugal, seis em cada dez pessoas com mais de 60 anos têm cataratas, segundo a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia. Mas esta doença pode surgir em qualquer idade e por várias razões. Seja qual for a causa, o seu impacto é sempre evidente, com perda de autonomia e aumento dos riscos de quedas e outros problemas de saúde.

Mas existem formas de prevenir ou retardar as cataratas. Além disso, na maioria dos casos elas podem ser tratadas com recurso a uma operação simples e rápida, que demora menos de meia-hora e tem grande eficácia. Quer saber como pode garantir a sua saúde ocular e lidar com os riscos das cataratas. Temos todas as respostas que precisa neste artigo.

 

O que são as cataratas?

As cataratas são uma doença ocular onde ocorre a opacificação do cristalino, a lente natural do olho responsável por focar a luz na retina. As cataratas fazem com que a visão se torne progressivamente mais turva, e são um problema que atinge maioritariamente pessoas em idades mais avançadas. 

Segundo a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, esta opacificação ocorre a ritmos distintos de pessoa para pessoa e afeta atualmente cerca de 170 mil pessoas em Portugal. Na maioria dos casos existe solução para a doença, através de uma operação que permite recuperar grande parte da visão.

As cataratas podem afetar os dois olhos?

Sim, as cataratas podem afetar os dois olhos, especialmente quando se trata de catarata senil (associada à idade). Normalmente as cataratas oculares desenvolvem-se a ritmos diferentes, e não existe qualquer risco de contágio entre os olhos. É comum que uma pessoa tenha uma catarata mais avançada num olho do que no outro, o que pode dificultar a percepção de profundidade.

Como é a visão com cataratas?

A visão com cataratas é geralmente descrita como turva, enevoada ou como se estivesse a olhar através de um vidro embaciado. As cores podem parecer mais desbotadas, e é frequente sentir maior dificuldade a ver ao final do dia ou em ambientes com pouca luz. É também frequente a existência de visão dupla no olho afetado (ver imagens em duplicado). 

Na fase inicial das cataratas existe ainda a falsa sensação de recuperação de visão ao perto, em que as pessoas passam a conseguir ler sem óculos. No entanto, esta é uma situação temporária, que é acompanhada de perda de nitidez na vista ao longe.

As cataratas podem causar cegueira?

Sim, as cataratas podem causar cegueira se não forem tratadas, sendo uma das principais causas de cegueira reversível no mundo. Felizmente, a cirurgia é altamente eficaz e permite recuperar a visão na grande maioria dos casos.

O que acontece se as cataratas não forem tratadas?

Se as cataratas não forem tratadas, a visão vai piorando progressivamente e acaba por comprometer a realização das atividades do dia a dia. Na fase avançada torna-se impossível realizar tarefas como conduzir, ler ou reconhecer rostos, e pode evoluir para perda total da visão no olho afetado.

Quando é que as cataratas podem ser consideradas graves?

As cataratas podem ser consideradas graves quando atingem um estado avançado, também chamado de catarata hipermadura. Isto ocorre quando o cristalino fica praticamente opaco e a visão fica muito reduzida. 

A dificuldade em realizar as rotinas diárias e em reconhecer pessoas são dois indicadores de que as cataratas evoluíram para uma condição de elevada gravidade. Nesta fase, a cirurgia torna-se também tecnicamente mais complexa e com maior risco de complicações.

 

Quais são os sintomas das cataratas?

Os principais sintomas das cataratas são os seguintes:

  • Visão embaçada, turva ou enevoada: Como se estivesse a olhar através de um vidro embaciado ou sujo;
  • Dificuldade na visão noturna: Maior dificuldade em ver com pouca luz ou em conduzir à noite (sensibilidade acrescida aos faróis dos carros);
  • Sensibilidade à luz e encandeamento: Luzes fortes do sol, lâmpadas ou faróis parecem demasiado brilhantes e criam halos ao redor;
  • Desbotamento ou amarelecimento das cores: As cores começam a parecer menos vivas, parecendo muitas vezes amareladas ou acastanhadas;
  • Visão dupla (diplopia) num só olho: Ver duas imagens ou sombras a partir de um único olho;
  • Alterações frequentes na graduação: Necessidade constante de mudar a graduação dos óculos ou lentes de contacto porque a visão continua a piorar rapidamente;
  • “Segunda vista” temporária: Uma melhoria inexplicável na visão de perto (leitura) sem óculos, que na verdade é um sinal de que a catarata está a alterar o poder refrativo do cristalino, sendo um sintoma passageiro antes de a visão piorar ainda mais.

 

Como é explicado nas informações sobre cataratas do SNS, estes sintomas são indolores e podem surgir numa combinação de diversos factores com grau de severidade distinto em cada pessoa.

Como saber se tenho cataratas?

Para saber se tem cataratas, deve estar atento aos principais sintomas, como visão turva, sensibilidade à luz, halos à volta das luzes, dificuldade em ver à noite e necessidade frequente de mudar a graduação dos óculos. Além disso, se sentir dificuldades na visão mesmo com a graduação correta e estabilizada para outras doenças oculares, como miopia ou astigmatismo, isso pode indiciar o surgimento de cataratas. 

A confirmação desta doença é depois feita, exclusivamente, através de uma observação e exames efetuados por um médico oftalmologista.

A visão turva é um sintoma de cataratas?

Sim, a visão turva é o sintoma mais característico das cataratas. Este sintoma resulta diretamente da perda de transparência do cristalino, que deixa de conseguir focar a luz de forma nítida na retina.

As cataratas causam visão dupla?

Sim, as cataratas podem causar visão dupla num único olho. Para confirmar este sintoma, basta verificar que ele não desaparece ao tapar o outro olho. Isto ajuda a distinguir a visão dupla das cataratas de um sintoma causado por outros problemas oculares.

As cataratas provocam sensibilidade à luz?

Sim, as cataratas provocam frequentemente sensibilidade à luz, porque o cristalino, que deveria ser totalmente transparente, fica opaco e turvo. Isto faz com que os feixes de luz que entram no olho se dispersem de forma irregular, em vez de focarem corretamente na retina. Muitos doentes relatam desconforto ou ofuscamento perante luzes fortes, faróis de carros à noite ou luz solar direta.

 

O que causa as cataratas?

As cataratas são causadas principalmente pelo envelhecimento natural do cristalino, que torna esta doença mais habitual em pessoas idosas. Mas elas podem resultar de traumatismos, certas doenças, medicamentos, poluição ou riscos do meio ambiente, da alimentação ou até de fatores presentes desde o nascimento. 

A idade é a principal causa das cataratas?

Sim, a idade é a principal causa das cataratas. As cataratas são mais habituais nos idosos porque as proteínas do cristalino se vão alterando naturalmente ao longo dos anos, tornando-o progressivamente menos transparente.

A partir de que idade é habitual surgirem as cataratas?

É habitual as cataratas começarem a surgir a partir dos 60 anos de forma visível e com sintomas. No entanto, podem já existir alterações iniciais no cristalino. Esta é, no entanto, apenas uma idade onde a doença se torna habitual. Caso tenha sintomas associados a esta doença em outra idade deve consultar o oftalmologista para identificar a origem dos seus problemas oculares.

 

Que fatores aumentam o risco de cataratas?

Os fatores que aumentam o risco de cataratas são os seguintes:

  • Diabetes mal controlada;
  • Exposição solar prolongada sem proteção;
  • Tabagismo e consumo excessivo de álcool;
  • Profissões de risco (metalurgia, soldadores, indústria do vidro, profissões em contacto com produtos químicos e outras);
  • Uso prolongado de corticosteróides e determinados colírios;
  • Traumatismos ou cirurgias oculares anteriores;
  • Histórico familiar de cataratas.

 

A diabetes pode causar cataratas?

Sim, a diabetes pode causar cataratas, uma vez que os níveis elevados de açúcar no sangue aceleram as alterações químicas no cristalino. Pessoas com diabetes tendem a desenvolver cataratas mais cedo e com progressão mais rápida do que a população em geral. Uma forma de prevenir este problema é através de uma boa alimentação para diabéticos.

A exposição solar aumenta o risco de cataratas?

Sim, a exposição solar prolongada e sem proteção aumenta o risco de cataratas, uma vez que a radiação ultravioleta contribui para a degradação das proteínas do cristalino ao longo dos anos.

 

Que tipos de cataratas existem?

Os quatro tipos de cataratas que existem são os seguintes:

  • Cataratas relacionadas com a idade (catarata senil): O tipo mais comum, provocado pelo envelhecimento natural e pela degradação progressiva das proteínas do cristalino ao longo dos anos;
    Estudos de referência a nível internacional comprovam o impacto das cataratas nos idosos. O Beaver Dam Study demonstrou que 39% dos homens e 49% das mulheres com mais de 74 anos apresentavam cataratas com perda significativa da acuidade visual, enquanto o Baltimore Eye Survey revelou que a causa mais frequente de cegueira nas pessoas com mais de 40 anos é a catarata;
  • Cataratas traumáticas: Causadas por lesões, pancadas fortes, perfurações ou queimaduras químicas ou físicas no olho, que podem surgir logo após o acidente ou anos mais tarde;
  • Cataratas secundárias: Desenvolvem-se como consequência de outras condições de saúde (como a diabetes), de cirurgias oculares prévias ou do uso prolongado de determinados medicamentos (principalmente corticosteroides);
  • Cataratas congénitas: Presentes desde o nascimento ou desenvolvidas durante a infância, muitas vezes associadas a infeções durante a gravidez (como rubéola), fatores genéticos ou anomalias metabólicas.

 

O que são cataratas congénitas?

As cataratas congénitas são aquelas presentes desde o nascimento ou que se desenvolvem pouco depois, muitas vezes associadas a infeções durante a gravidez, como a rubéola, ou a alterações genéticas. O diagnóstico e o tratamento precoces são essenciais para evitar problemas permanentes de visão na criança.

O que são cataratas secundárias?

As cataratas secundárias são aquelas que surgem como consequência de outra doença ou tratamento. As cataratas secundárias são mais frequentes em pacientes com diabetes, que fazem uso prolongado de corticosteroides ou sofreram cirurgias oculares anteriores, como a cirurgia ao glaucoma.

O que são cataratas traumáticas?

As cataratas traumáticas são causadas por uma lesão direta no olho, como um golpe, uma perfuração ou uma queimadura, podendo surgir imediatamente após o traumatismo ou apenas anos mais tarde. Para prevenir este problema, em determinadas profissões ou desportos de risco devem ser usados óculos de proteção.

 

Como é feito o diagnóstico das cataratas?

O diagnóstico das cataratas é feito exclusivamente por um médico oftalmologista, através de exames específicos que permitem observar o cristalino e avaliar o grau de opacificação. Para diagnosticar cataratas, o oftalmologista utiliza sobretudo o exame de lâmpada de fenda, que permite observar em detalhe a transparência e a estrutura do cristalino, complementado pela avaliação da acuidade visual e, por vezes, pelo exame do fundo do olho.

Quando consultar um oftalmologista para saber se tenho cataratas?

Deve consultar um oftalmologista para saber se tem cataratas sempre que notar visão turva persistente, maior sensibilidade à luz ou dificuldade a ver ao final do dia. A partir dos 60 anos, é também recomendável fazer consultas oftalmológicas regulares, mesmo sem sintomas.

Como saber se uma catarata está avançada?

Para saber se uma catarata está avançada, o oftalmologista avalia o grau de opacificação do cristalino observado na lâmpada de fenda, em conjunto com o impacto que os sintomas têm nas atividades diárias da pessoa, como conduzir ou ler. São normalmente consideradas quatro fases ou estágios no desenvolvimento das cataratas:

  • Incipiente: O cristalino começa a perder a transparência, mas a visão ainda sofre pouca alteração e a autonomia do paciente é mantida. Não requer cirurgia;
  • Imatura: A opacificação é moderada; o cristalino já apresenta zonas turvas evidentes e os sintomas diários tornam-se constantes. Nesta fase a realização da cirurgia é a solução eficaz;
  • Madura: O cristalino está completamente opacificado (geralmente com um aspeto branco ou amarelado muito denso), provocando uma perda de visão severa. A cirurgia é a solução, especialmente se ainda for uma catarata na fase madura inicial;
  • Hipermadura: É o estágio crítico, em que o cristalino se torna extremamente duro ou começa a degradar-se, podendo desencadear outras complicações graves (como o aumento da pressão ocular ou inflamações). A cirurgia ainda é possível, mas torna-se tecnicamente mais difícil e arriscada.

 

As cataratas têm tratamento?

Sim, as cataratas têm tratamento. Quando a doença evolui a única solução eficaz é a cirurgia, sem qualquer outra solução através de métodos conservadores ou não-invasivos. Não existem colírios, medicamentos ou tratamentos naturais cientificamente comprovados capazes de reverter a opacificação do cristalino.

Quando é necessário operar as cataratas?

É necessário operar as cataratas quando a perda de visão começa a afetar de forma significativa as atividades do dia a dia, como conduzir, ler ou reconhecer rostos. Ou seja, a decisão de operar as cataratas é influenciada pela autonomia e capacidade funcional do doente. A recomendação é para operar quando essa autonomia fica comprometida, mesmo que seja uma catarata pequena e sem esperar que ela atinja um estado muito avançado.

Como é feita a cirurgia às cataratas?

A cirurgia às cataratas é feita através de uma técnica chamada facoemulsificação, em que o cristalino opaco é fragmentado por ultrassons e removido através de uma pequena incisão, sendo depois substituído por uma lente intraocular artificial. A cirurgia às cataratas é realizada com anestesia local, sem necessidade de internamento. Normalmente, quando o paciente tem cataratas nos dois olhos, é habitual que a operação não seja realizada em simultâneo nas duas vistas.

Quanto tempo demora a cirurgia às cataratas?

A cirurgia às cataratas demora normalmente entre 15 e 30 minutos por olho, dependendo da complexidade do caso e da técnica utilizada. Este é um dos procedimentos cirúrgicos mais realizados e seguros em todo o mundo, e Portugal é o país da Europa que mais realiza esta cirurgia. 

Como é a recuperação da cirurgia às cataratas?

A recuperação da cirurgia às cataratas é geralmente rápida, com melhoria da visão já nas primeiras horas após o procedimento. A recuperação completa costuma demorar entre duas a quatro semanas, período durante o qual é necessário usar os colírios prescritos e evitar certos esforços. 

O que não se deve fazer depois da cirurgia às cataratas?

Depois da cirurgia às cataratas, existem cuidados importantes a respeitar durante o período de recuperação e deve evitar os seguintes comportamentos:

  • Coçar ou esfregar o olho operado;
  • Praticar exercício físico intenso ou levantar pesos nas primeiras semanas;
  • Nadar em piscinas, lagos ou mar durante o período indicado pelo médico;
  • Evitar praias e ambientes com poeira, fumo ou produtos químicos irritantes;
  • Interromper o uso dos colírios prescritos sem indicação médica.

 

Para pacientes mais idosos, com mobilidade reduzida ou com défice cognitivo acentuado, é possível reduzir o risco destas más práticas e garantir a manutenção do tratamento com o apoio de a cuidados de saúde em casa

Quais são os riscos e complicações da cirurgia às cataratas?

Os riscos da cirurgia às cataratas incluem infeção, inflamação, aumento da pressão ocular e, mais raramente, deslocamento da lente intraocular implantada. Estes são problemas muito raros, já que se trata de uma cirurgia segura e com baixa taxa de complicações. Um acompanhamento cuidadoso no pós-operatório reduz significativamente estes riscos.

É possível prevenir as cataratas?

Não é possível prevenir totalmente as cataratas relacionadas com a idade, uma vez que resultam de um processo natural de envelhecimento. Mas é possível adotar hábitos que reduzem o risco de cataratas e retardam o seu aparecimento, com uma boa alimentação, cuidados com o sol e evitando outros comportamentos que prejudicam a saúde ocular.

 

Como evitar ou reduzir o risco de cataratas?

Para evitar ou reduzir o risco de cataratas a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia explica que se deve proteger os olhos da exposição solar excessiva e de medicamentos com efeitos adversos, evitar o tabaco e o consumo excessivo de álcool e ter uma alimentação correta. E, para praticar determinados desportos, como padel, squash ou paintball, usar óculos de proteção. 

Outro conselho passa pela correta vigilância periódica, com a realização de consultas oftalmológicas regulares que permitem a deteção precoce das cataratas.

A alimentação ajuda a prevenir as cataratas?

Sim, a alimentação pode ajudar a prevenir as cataratas, sobretudo através do consumo de alimentos ricos em antioxidantes, como vegetais de folha verde, frutas cítricas e frutos vermelhos, que ajudam a proteger as células do cristalino do desgaste oxidativo ao longo do tempo. Além disso, evitar o abuso de bebidas alcoólicas também retarda o aparecimento de cataratas.

Os óculos de sol protegem contra as cataratas?

Sim, os óculos de sol com proteção UV adequada protegem contra as cataratas, uma vez que reduzem a exposição do cristalino à radiação ultravioleta, um dos fatores que acelera a sua opacificação ao longo dos anos. No entanto, elas não eliminam o risco de vir a ter cataratas, apenas ajudam a minimizar um dos fatores de risco para o seu surgimento.

O uso de óculos de proteção para determinadas atividades com maior grau de risco, como desportos de contacto ou atividades profissionais de risco (como soldadores, indústria do vidro e trabalhadores metalúrgicos) também ajuda na prevenção contra esta doença.

Como retardar a evolução das cataratas?

Para retardar a evolução das cataratas já existentes é preciso manter as doenças crónicas controladas e evitar fatores de risco como o tabaco, raios UV e outros danos para os olhos causados pela luz solar. Além disso, é necessário fazer o acompanhamento oftalmológico regular e recomendado pelo médico. Quando a situação começa a colocar em risco a autonomia dos idosos ou de outros pacientes, a única solução é a realização da cirurgia para remoção das cataratas.

 

Como as cataratas afetam a vida dos idosos?

As cataratas afetam de forma severa a vida dos idosos ao comprometer a autonomia e a segurança no dia a dia. Devido à perda de visão, é por vezes impossível realizar tarefas simples como cozinhar, gerir a medicação ou deslocar-se em casa. A redução da visão associada às cataratas é também um dos fatores que mais contribuem para o risco de quedas em idosos, com impacto direto na sua segurança, saúde e independência.

Além dos riscos para a saúde física e realização das rotinas, a perda de visão pode levar ao isolamento e à perda progressiva de autonomia dos idosos. Estes são impactos que não podem ser ignorados, porque afetam a sua saúde mental e vida social. Nos casos em que a cirurgia já não é eficaz ou aconselhada, é preciso proporcionar ao doente um acompanhamento próximo, continuado e especializado, para reduzir os perigos e garantir um envelhecimento saudável

Nesta situação o apoio domiciliário surge como uma resposta eficaz e profissional, que combina a prevenção com a preservação do bem estar físico, emocional e social. Na Caring ajudamos o seu familiar a manter uma rotina ativa, segura e com autonomia. Faça agora a sua simulação de preços de apoio domiciliário e obtenha um orçamento personalizado para cuidar de si ou do seu familiar.

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